Depois de vários anos de atividade intensa nos ralis, marcada por desafios, conquistas e uma forte paixão pelo desporto automóvel, Ernesto Cunha anunciou uma pausa na carreira competitiva. A decisão está relacionada com o crescimento dos seus negócios e com o recente desempenho de funções no Conselho de Administração do Grupo Os Mosqueteiros, funções que exigem maior foco, compromisso e dedicação.
Paixão pelos ralis permanece intacta
Apesar da interrupção, o piloto sublinha que a paixão pelos ralis se mantém, recordando que esta disciplina “não é apenas sobre resultados, mas sobre pessoas, emoções e o desafio constante de ir mais longe”. A pausa é apresentada como um momento de reflexão e reorganização, e não como um afastamento definitivo. Sempre que as circunstâncias o permitirem, admite a possibilidade de participações esporádicas, preservando a ligação aos ralis, ao público e ao ambiente competitivo.
Agradecimento à equipa, parceiros e adeptos
No comunicado, o piloto reconhece o contributo de todos os que fizeram parte do percurso: navegadores, equipas, parceiros, patrocinadores, mecânicos, engenheiros e demais profissionais que trabalham nos bastidores, sublinhando o carácter coletivo dos ralis, “onde cada detalhe conta e onde ninguém chega longe sozinho”. Dirige ainda um agradecimento especial aos adeptos e a todos os que acompanharam o projeto, destacando o apoio constante nas vitórias e nos momentos mais difíceis como fonte adicional de motivação.
Pausa entendida como nova fase, não como fim
Ernesto Cunha frisa que esta não é uma despedida, mas uma oportunidade para abrandar o ritmo e preparar o que vem a seguir, nos negócios, na vida pessoal e, sempre que possível, também nos ralis. O comunicado termina com a ideia de que algumas pausas não representam um fim, mas “a melhor forma de continuar”, deixando em aberto um eventual regresso mais consistente à competição no futuro.









