O Campeão do CPR 2RM (duas rodas motrizes) Gonçalo Henriques, estará à partida do Rali Serras de Fafe, mas já se sabe que a sua carreira está num limbo devido à falta de apoios. O projeto ‘Europeu’ não avançou e o mesmo pode suceder após Fafe, caso Gonçalo Henriques (Renault Clio Rally4) não consiga reunir verba para continuar a competir. Um jovem que surge, é campeão no seu primeiro ano da competição no meio de pilotos bem mais experimentados, a maioria há alguns anos na competição, mas não consegue apoios para continuar. Se é assim com o campeão, o que fará com os restantes…
Hugo Lopes (Peugeot 208 Rally4), segundo no campeonato no ano passado, marca também presença em Fafe, mas o terceiro de 2023, Ricardo Sousa, não corre este ano no CPR, e vai disputar apenas a Copa Peugeot Portugal e a Peugeot Rally Cup Ibérica. Uma pena, pois terminado o campeonato das 2RM sempre no pódio desde 2020.
Pedro Silva (Peugeot 208 Rally4), quinto no ano passado, renova aposta e quer subir na tabela, depois de muitos azares no ano passado, Daniel Nunes (Peugeot 208 Rally4) é um dos favoritos este ano, com o plantel a completar-se com Kevin Saraiva (Peugeot 208 Rally4), Anton Korzun (Peugeot 208 Rally4), Rafael Cardeira que trocou o seu Clio por um ‘leão’, o Peugeot 208 Rally4, Guilherme Meireles (Peugeot 208 Rally4) regressa e também Paulo Roque (Peugeot 208 Rally4). Em Fafe marcam ainda presença Luís Morais (Peugeot 208 Rally4), Luís Caetano (Renault Clio Rally5), Diogo Marujo (Peugeot 208 Rally4), Sérgio Dias (Peugeot 208 Rally4) e Jorge Carvalho (Renault Clio Rally4). Espera-se uma competição pelo menos tão equilibrada quanto em 2023, sendo que o vencedor das 2RM em Fafe no ano passado, Ernesto Cunha, ‘subiu’ aos Rally2.
Paralelamente os vários troféus que existem, Copa Peugeot Portugal, Clio Trophy Portugal, Peugeot Rally Cup Ibérica estão a criar condições para o aumento da base da Pirâmide dos Ralis em Portugal, algo que é muito importante e fazia falta, mas vamos ver com o evoluir da época como tudo se processa.











