Tal como disse Nuno Loureiro ao AutoSport, o grande ‘incidente’ do Rali do Alto Tâmega é a situação de pandemia que o mundo vive e que afeta as vidas de todos duma forma nunca vista. Ainda há dias vimos a Direção-Geral da Saúde a divulgar um plano para a retoma da atividade desportiva do desporto federado com uma lista de recomendações gerais que passam pelo distanciamento social e desinfeção de espaços e infraestruturas. No fim de agosto. Os ralis recomeçaram no início de julho. Ora, desde que recomeçaram os ralis em Castelo Branco, confesso que já estou farto de ver gente nas redes sociais, “ou porque os ralis têm dois dias”, ou “porque as provas têm poucos troços”, “ ou porque a organização isto, ou a organização aquilo” etc, etc. Os adeptos sem exceção deviam era estar contentes por ser possível estar a haver ralis, pelo enorme esforço que a federação, as equipas e as organizações têm vindo a ter para ser possível estar a haver ralis. Surpreenderia muita gente se revelasse que houve provas que só muito perto da data da sua realização se teve a certeza que iam em frente? Poucos imaginam as dificuldades que têm sido necessárias ultrapassar para haver ralis, mas o foco “está no copo meio vazio”. E se olhassem para o “meio cheio”?











