Para além do ‘Rali único’, o Campeonato de Portugal de Ralis vai ter também uma novidade muito significativa, revelada na entrevista que Ni Amorim, Presidente da FPAK, deu recentemente ao AutoSport: “estamos a elaborar um caderno de encargos, que conto que fique pronto no decorrer deste mês. Como sabem publicamos tudo com muita antecedência porque este é um ano normal e nos últimos dois com a Covid, houve muitas dificuldades e fomos muito criticados por não publicarmos as regulamentações a tempo e horas, mas a justificação foi essa mesma.
Uma vez que os regulamentos são do conhecimento geral, toda a gente sabe com o que contar na estrutura de ralis para 2023, agora estamos a montar um cadernos de encargos que terá de ser cumprido por todos os clubes que se queiram candidatar a fazer provas do Campeonato de Portugal de Ralis.
É um documento de muita responsabilidade, muito trabalhoso e que tem de ser feito com bom senso, mas não há outra forma. Não pode cada clube fazer um rali à sua maneira, tem de haver uma matriz e temos de nos adaptar a ela. Quem não puder ou não quiser, por qualquer motivo não cumprir esse caderno de encargos, não pode organizar a prova, tem de dar a vez a outro e é sabido que não faltam candidatos a fazer provas em Portugal.
E alguns deles ansiosos por cumprir com o caderno de encargos que vai ser apresentado. Ainda não está finalizado. Queremos apresentar a proposta à ACOR primeiro, por uma questão de ética. Sei muito do que vai ser posto à consideração da ACOR, mas por uma questão de ética queria primeiro transmitir-lhes”.











