O Rali de Portugal perspetiva-se uma prova ‘full’ para algumas equipas, enquanto outras vão apenas realizar a prova correspondente ao Campeonato de Portugal de Ralis…
Armindo Araújo, Bruno Magalhães, José Pedro Fontes, têm previsto correr a totalidade desta quarta prova do Campeonato do Mundo, o que não sucede com Ricardo Teodósio, Miguel Correia e Bernardo Sousa, que só vão disputar a sexta-feira do CPR: “Os reconhecimentos correram bem. Apanhámos nevoeiro nas zonas mais altas dos troços da Lousã e de Góis e até um pouco de chuva em Mortágua, o que deixou as estradas um pouco enlameadas, mas com dois dias de sol os pisos acabam por secar. Quanto ao resto, tudo ótimo e a nossa ideia é tentar vencer…”, disse Ricardo Teodósio.
Quanto a Armindo Araújo, está pronto para dar o seu melhor: “Correu tudo bem desde ontem. Há uns troços mais massacrados que outros, como é o caso do de Cabeceiras, com muita lama e sulcos, mas isso faz parte. Perspetiva-se um rali em que todos vão partir ao ataque. Pela minha parte, daremos o nosso melhor.”
Para Bruno Magalhães, a chuva de terça-feira alterou o estado do piso de algumas classificativas. “Nota-se que há classificativas que foram mais cuidadas do que outras, a nível da preparação do rali. Em Arganil, por exemplo, os troços estavam muito bons, mas o mesmo já não acontece, por exemplo, no de Cabeceiras de Basto, que está horrível”, referiu o piloto da Hyundai.
Paulo Neto e Vítor Hugo (Škoda Fabia R5) também vão fazer a prova toda: “Só a classificação do primeiro dia conta para o campeonato português, mas decidi participar nos quatro dias do rali. São 337.51 quilómetros ao cronómetro, o que equivale a fazer num só fim de semana três ralis do nacional”, disse.









