O problema do pó nos ralis de terra não é novo e nunca irá terminar, sendo que as organizações têm alguma latitude para lidar com o problema, mas nunca o poderão resolver na íntegra. O pó é um problema sério para os concorrentes dos ralis de terra, pois pode afetar muito a visibilidade, e por consequência a segurança de pilotos e navegadores.
O ano passado, com extensa lista de concorrentes a ser ‘apertada’ num horário ‘à justa’, a ‘coisa’ cedo deu para o torto com os acidentes de Bernardo Sousa e Craig Breen e estendeu-se mais um pouco na prova.
Para este ano essa questão foi melhor acautelada, pois vai haver diferenças maiores entre os concorrentes, só que o vento para amanhã na área da prova prevê-se fraco, vai estar calor, e se for muito fraco pode haver, de novo, problemas. Vai também depender dos troços, amanhã, o primeiro troço da manhã é muito mais aberto do que entre árvores, o segundo já tem um pouco mais de árvores, mas também é maioritariamente aberto, sendo o último, mais extenso e também possivelmente mais problemático se não houver vento. Se houver, tudo se resolve com dois minutos entre os concorrentes.











