Pedro Meireles e Mário Castro tiveram o ano passado uma primeira metade de época para esquecer com o seu novo Volkswagen Polo GTI R5, e o azar começou logo na qualificação em Fafe. Depressa se percebeu que o carro era bom, veja-se por exemplo o que fez em Mortágua, quando lutou ao segundo pela liderança da prova, mas a época foi em termos globais muito atribulada, inclusive com o Polo a arder no Rali de Portugal. Na segunda metade da temporada, as coisas mudaram um pouco, mas nem por isso terminaram os azares. No total, terminou apenas três provas, das sete que fez, mas a bitola para 2020 deverá ser o que fez em Mortágua e no Vidreiro, especialmente porque já conhece bem o potencial do carro, e vai tirar dele melhor partido. Resta saber como estará relativamente à concorrência, mas se andar sem problemas poderemos contar com ele para as lutas mais à frente. Já passou o período de adaptação aos carro, agora é preciso é que os azares o larguem. Em condições normais vai este ano fazer pódios e será sempre candidato a vencer uma ou outra prova: “É muito bom estar de regresso aos ralis depois de um período conturbado a todos os níveis devido a pandemia.
Os objetivos passam por andar o mais à frente possível, sabendo de antemão que nesta prova temos o handicap em relação aos nossos adversários de não conhecermos estes troços (ndr, não disputaram esta prova o ano passado, em que os troços foram novidade) , vamos no entanto dar o nosso melhor e tentar andar o mais a frente possível.
Será muito importante que todos os agentes envolvidos neste rali, organização,pilotos, equipas e público cumpram com todas as normas de segurança preconizadas pela DGS , é fundamental que este rali corra bem e que tenhamos provas ate ao fim do ano”, disse Pedro Meireles, que tem agora um VW Polo redecorado…










