Depois de uma paragem prolongada, Joaquim Alves regressou à competição ao volante de um Skoda Fabia R5 e com Miguel Ramalho no banco do lado. Um regresso para ganhar ritmo, mas que foi bastante positivo, tendo em conta que o último rali em asfalto tinha sido na Madeira em 2017.
“Foi na verdade um bom regresso ao asfalto e uma excelente experiência, um ano e três meses depois. Foi um dos ralis que me deu um grande prazer, embora ainda esteja sem ritmo. O objetivo era progredir e sentir-me bem neste regresso à competição. Gostei muito do Skoda num rali de asfalto muito rápido, que correu bem, mas onde é preciso ganhar mais ritmo”, concluiu Joaquim Alves.










