Bruno Magalhães e Carlos Magalhães terminaram o Rali Terras d’Aboboreira com um semblante bem diferente de há seis meses pois o cronómetro disse algo muito diferente, e prometedor. O trabalho da pré-época deu frutos e vai permitir que os ralis de terra da primeira metade da época que faltam, Portugal e Mortágua, sejam encarados de forma bem mais otimista: “Estamos satisfeitos, demos um salto enorme competitividade. Fizemos uma boa preparação, e tive confiança para arriscar mais, para fazer estes tempos e andar na luta pela vitória. Estou muito contente, fizemos tempos bastante bons, troços no mesmo segundo dos nossos adversários, estávamos completamente na luta pelo rali, mas infelizmente na ligação para o último troço partiu-se a barra estabilizadora, e não foi possível, lutar pela PowerStage nem uma posição melhor.
A diferença para os nossos adversários era de sete segundos, tudo podia acontecer, mas não foi possível. O resultado não reflete o andamento que tivemos, fomos fortes, também, lutámos com todas as nossas forças, foi uma evolução tremenda face ao ano passado e portanto acho que fizemos um excelente trabalho. Trabalhámos no defeso na suspensão e isso traduziu-se em melhor andamento do carro e confiança para o piloto. E quando assim é, os resultados são mais fáceis de obter. Espero pela vinda do carro novo, que é de última geração como os nossos adversários, mas até lá vamos bater-nos com as máximas forças pois o objetivo é sermos campeões”.












