CPR arranca com Rali Terras d’Aboboreira
A FPAk divulgou o calendário do Campeonato de Portugal de Ralis, confirmando-se oito provas e a ausência do Azores Rallye e do Rali Casinos do Algarve. Tendo em conta o adiamento já conhecido do Rallye Serras de Fafe e Felgueiras, a competição inicia-se no fim de abril, início de maio com o Rali Terras d’Aboboreira, seguindo-se, três semanas depois o Vodafone Rally de Portugal, na data prevista, 20 a 23 de maio.
Entre 18 e 20 de junho realiza-se o Rali de Castelo Branco, o Rallye de Mortágua que chegou a estar previsto para abril, realiza-se entre 9 e 11 de julho. Segue-se depois o Rali Vinho Madeira, no início de agosto, e um mês depois em setembro o Rali do Alto Tâmega. No final de setembro realiza-se o Rally Serras de Fafe e Felgueiras e a competição está prevista terminar com o Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande.
Como se percebe, quatro provas são em piso de terra, outras tantas em asfalto, mas desta feita, com a passagem do Rally Serras de Fafe e Felgueiras para setembro, a divisão que existia desaparece.
Há também mais duas datas de reserva, 31 de outubro e 15 de novembro. Caso seja necessário, devido a eventuais adiamentos ou cancelamentos, já há duas datas de reserva.
Em declarações à Agência Lusa, Ni Amorim explicou que “a necessidade de reduzir custos devido aos efeitos nefastos provocados pela pandemia levou ao encurtamento de 10 para oito provas. Tivemos de alterar e adaptar o atual campeonato de ralis à nova realidade económica que decorre da pandemia. Para 2020, estavam programadas 10 provas. Para 2021, após reunião com as associações de pilotos, entendemos que tínhamos de reduzir os custos, entre os quais o número de provas, de quilómetros por rali, de pneus por prova, para fazer um campeonato com dignidade, mas mais barato”, disse.
30 de abril/2 de maio: Rali Terras d’Aboboreira (terra)
20/23 de maio Vodafone Rally de Portugal (terra)
18/20 de junho Rali de Castelo Branco (asfalto)
9/11 julho Rallye de Mortágua (terra)
6/8 agosto Rali Vinho Madeira (asfalto)
3/5 setembro Rali do Alto Tâmega (asfalto)
23/25 setembro Rally Serras de Fafe e Felgueiras (terra)
8/10 outubro Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande (asfalto)

O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI





[email protected]
4 Fevereiro, 2021 at 12:37
O mítico Rallye do Algarve, 3 dias em terra, contando para o Europeu com vários coeficientes, é que me deixa saudades… imensas! Espero que a não inclusão no CPR deste ano, seja aproveitada para mudar de piso no futuro… Significava talvez ter que alterar datas de provas… Saudações Desportivas nestes tempos de pandemia!
LTRALLY
4 Fevereiro, 2021 at 14:05
Mais uma vez o centrismo e espirito colonialista vem ao de cima. Excluir o Rally dos Açores é prova evidente desse facto.
Com é possivel deixar de fora do compeonato que se diz ser de todo o pais, o segundo melhor rally de pais e parte integrante do ERC? imagino que os pilotos portugueses não gostam de serem humilhados pelos pilotos Açorianos e por oss estrangeiros que veem aos Açores e claramente são superiores aos portugueses.
Com essa decisão de FPAK é o momento proprio para excluir para sempre os portugueses de participarem em provas nos Açores e eliminar qualquer apoios para virem aos Açores. Será muito mais proveitoso apoiar estrangeiros que apreciam e valorizam os Açores em vez de subsidiar os colonisadores que se consideram superiores aos Açorianos.