Para além do campeonato principal, o Rali de Mortágua contou também para a Taça de ralis FPAK de Terra, competição que teve em Mortágua a sua quarta de cinco provas. Carlos Fernandes, Luis Mota e José Merceano entraram para o rali separados por apenas 7,5 pontos, sendo que os dois primeiros, Fernandes e Mota, distavam apenas um ponto. Por isso o Rali de Mortágua revestia-se de grande importância para as contas da competição e nesse particular, Carlos Fernandes e Valter Cardoso voltaram a mostrar que nas competições em que se inserem este ano, quase não têm adversários, pois voltaram a vencer, aproveitando também para se aproximarem um pouco mais do título também nesta competição, a exemplo do que está a suceder no FPAK Ralis.
A dupla do Mitsubishi Lancer Evo VI venceu todas as especiais realizadas, terminando o rali com quase dois minutos de avanço para Pedro Antunes, que com o seu Peugeot 208 R2 pouco podia fazer para dar mais luta ao seu adversário. Quem tinha mais argumentos para isso não conseguiu dar mais luta a Fernandes. Luis Mota e José Merceano atrasaram-se logo no segundo troço e a partir daí nada mais havia a fazer para contrariar Carlos Fernandes. Para que se perceba melhor a falta de andamento de Mota e Merceano, Pedro Antunes, com um carro de apenas duas rodas motrizes ficou várias vezes em segundo nos troços, com os fortes 4X4 atrás de si. Assim sendo, contra factos não há argumentos, nem luta possível pelo triunfo. Luís Mota completou um pódio em que o destaque vai todo para a piloto que com um 208 R2, foi segundo na prova, Pedro Antunes!











