A estreia do Hyundai I20 Rally2 no Rali Serras de Fafe foi auspiciosa e numa das provas mais duras dos últimos anos, a máquina correspondeu e permitiu ao piloto conquistar um bom resultado. Mas o Rali Vidreiro era um desafio diferente, pois no asfalto as margens são muito menores e pequenos pormenores podem tornar-se em grande diferenças no cronómetro. Magalhães tentou encontrar o melhor compromisso de afinação do carro durante a prova, mas nunca achou a solução ideal para esta prova. No entanto saiu da Marinha Grande com indicações positivas: “Não foi a estreia que gostaríamos, mas por outro lado temos de ser realistas e entender que as estreias em asfalto são muito mais difíceis que as estreias em terra. Sabemos que a especificidade deste tipo de provas onde a condução é mais feita no limite e tudo é levado mais ao pormenor, ao invés dos ralis de terra onde a condução é muito mais virtuosa e as condições variam constantemente, sabíamos que iríamos enfrentar mais dificuldades como se verificou. Tivemos muito pouca velocidade de ponta nestes troços rápidos e mais um par de coisas que eu acho que não estão como deveriam. É um trabalho de evolução constante e andamos sempre à procura da melhor afinação. Conseguimos apenas ser velozes num troço novo que não era o mais rápido, por isso foi uma estreia difícil, mas temos de passar por estes momentos difíceis e ficamos com muita informação para o futuro.”











