A diferença neste momento de Armindo Araújo para Kris Meeke são 18 pontos, enquanto a diferença do piloto do Skoda para o terceiro classificado do campeonato são 55 pontos, o que mostra bem o que Armindo Araújo se tem vindo a esforçar para se manter na luta com Kris Meeke.
Paralelamente, na sua comunicação, é referido que “Armindo Araújo é o único piloto que pode sagrar-se Campeão”. Pode parecer estranho, mas é verdade, porque se for Kris Meeke a somar mais pontos a Lei Portuguesa não permite que lhe sejam atribuídas denominações como ‘Campeão’ ou mesmo ‘vencedor do campeonato’, portanto Armindo Araújo é mesmo o único que pode ser Campeão, porque se não o for, o título não é atribuído porque o Regime Jurídico das Federações Desportivas não o permite. “Dura lex, sed lex”…
Numa temporada em que dominou claramente entre os pilotos portugueses – basta ver a diferença dos números acima – Armindo Araújo parte para a prova do Clube Automóvel da Marinha Grande com esta luta particular já ganha, e Luís Ramalho com o título absoluto de navegadores conquistado. “Partimos para o último rali do ano com motivos suficientes para fazermos uma grande festa de final de temporada. Fomos, durante todo o campeonato, a dupla nacional mais forte, e esse estatuto já ninguém nos tira. Sou o único piloto português com possibilidade de ser campeão e, como é óbvio, gostávamos muito de juntar ao título de navegadores o de pilotos”, afirmou o piloto de Santo Tirso.
Ainda assim, mesmo que seja difícil recuperar a desvantagem pontual para o primeiro classificado, Armindo Araújo promete que “esta será mais uma prova onde vamos andar a fundo da primeira à última classificativa e lutar por conseguir mais uma vitória, mesmo que isso não seja suficiente para eu conseguir ser campeão. Vamos focar-nos no que é possível fazermos e isso é o mais importante. O Rali Vidreiro é uma prova muito exigente, as previsões meteorológicas são muito instáveis e nos ralis, tudo pode acontecer. As contas faremos no final”.










