O Rali Casinos do Algarve, última prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), será decisivo na atribuição do título nacional dos 1600 (F3). Carlos Matos lidera, com 89 pontos, logo seguido de Paulo Antunes com 84 e Carlos, Costa, 83. A maior competitividade do Renault Clio poderá ser decisiva, mas a verdade é que os ralis são profícuos em surpresas.
De qualquer forma, e depois duma época pautada por alguns contratempos, Carlos Matos, ainda assim, chega à última prova na liderança do campeonato 1600.
Com o objectivo bem delineado desde o início da época, “a revalidação do título”, o piloto de S. Pedro do Sul, depois dos problemas mecânicos sofridos na fase de terra do CPR, os ralis de asfalto têm corrido de outra forma, com o piloto do Renault Clio S1600 a mostrar uma andamento de muito bom nível, “sim, tanto no Centro de Portugal como em Mortágua, acho que estive muito bem. Cumpri com o que tinha definido, isto é ganhar os 1600 e ainda tive um andamento que julgo ter sido muito bom”.
Para esta derradeira prova do “Nacional”, todas as cautelas são poucas, pelo que “o Clio S1600 foi alvo de uma cuidada revisão. Só espero que esteja como nas duas últimas provas”.
Sobre a táctica a adoptar, Carlos Matos mostra-se cauteloso, “claro que não vou entrar em loucuras. Eu e o Vasco teremos sempre presente que o objectivo é atingir o título. Estamos à frente, como tal vamos fazer uma prova com alguma contenção. Há que ter o máximo cuidado para evitarmos os furos e qualquer excesso. Vamos estar atentos, e para isso conto também com a minha equipa, à prova dos meus directos adversários, o Paulo [Antunes] e o Carlos [Costa]. De certeza que qualquer deles vai dar o tudo por tudo, pois estão a lutar pela vitória na Challenge Citroen. Por isso temos que fazer uma prova de alguma expectativa”.












