O Rali de Monchique, quarta prova do Campeonato FPAK de Ralis, ficou marcado por diversas penalizações a pilotos que levantaram muita polémica e a dupla que lidera o Campeonato FAP Ralis, Carlos Fernandes e Valter Cardoso, foi uma delas. Depois de duas vitórias em três provas, Carlos Fernandes chegava a Monchique determinado a lutar pelo triunfo no asfalto algarvio. No sábado, o piloto de Sintra começou a prova com algumas cautelas, e após as duas primeiras classificativas, a organização fez um reagrupamento dos concorrentes antes da Super Especial noturna, e foi aí que a polémica nasceu: “Parece incrível mas um rali que até poderia ter sido interessante e bem disputado foi prejudicado pelo clube organizador, que não esteve bem. A hora de partida para a Super Especial nunca poderia ser publicada num local no interior do próprio percurso. Além disso, com a penalização que nos deram não havia hipótese de continuar em prova mesmo num sistema de Super Rally, como propuseram. Isso não existe. Continuaram a agir de má fé quando nos permitiram fazer a Super Especial, que por acaso até ganhámos mas que não serviu para nada porque tecnicamente estávamos fora de prova. Foi tudo bizarro. Esperava ter uma boa disputa com o Daniel Nunes e estávamos separados por 1,9s quando isto aconteceu. Tudo continua na mesma em termos de campeonato mas situações como esta só denigrem o desporto e os concorrentes que tantos sacrifícios fazem para participar”, disse Carlos Fernandes, muito chateado com a situação.










