Miguel Campos terminou o Vodafone Rally de Portugal como o melhor português, na 20ª posição da geral, depois dominar a classificação nacional a partir da quarta classificativa, altura em que Bernardo Sousa começou a ressentir-se de problemas de motor, no Peugeot 208 T16 preparado pela ACSM Team.
Daí para a frente, o piloto que se estreou ao volante do Fiesta R5 da RMC, não teve grandes dificuldades para consolidar a posição de líder, apesar de ainda ter sofrido um furo e um problema de travões no dia de ontem que o obrigaram a perder bastante tempo.
O segundo lugar acabou por ir parar às mãos de Miguel Jorge Barbosa, premiando a regularidade e uma prova em crescendo onde foi descobrindo o Ford Fiesta R5, depois de Pedro Meireles (que alinhou com o seu ex-Skoda Fabia S2000 emprestado por Carlos Martins na impossibilidade de se resolverem os problemas de motor do Fabia R5 que tinha previsto estrear) ter visto uma transmissão do carro checo ceder no penúltimo troço.
Depois de desistir ontem com problemas na bomba de travagem do DS3 R5 e de, no segundo dia ter perdido cerca de 5m50s com um furo, José Pedro Fontes ainda conseguiu completar o pódio, após a desistência de Pedro Rodrigues, com o menos competitivo Subaru Impreza, no penúltimo troço do rali.
De regresso no último dia, após duas desistências (devido à cedência da direção por duas vezes), também esteve João Barros (Fiesta R5), que abrilhantou o espectáculo entre os portugueses ao ser o mais rápido na última especial, e Diogo Salvi (Fiesta R5), que também não foi feliz nas duas primeiras etapas do rali, com qualquer um dos dois a ficar atrás de Elias Barros (Fiesta R5), Vítor Ribeiro (Lancer Evo X) que completaram o Top 5 dos portugueses.







