As inscrições da prova açoriana encerram amanhã, e por isso, tudo ficará, até aí, decidido: “Estamos a realizar um forcing para estar presentes no Rali dos Açores e para já pensamos prova a prova. Falta algum dinheiro, mas as perspetivas são boas pelo que resta aguardar.”, começou por referir Bruno Magalhães que para já exclui realizar o campeonato inteiro: “É complicado, e basta ver outros casos semelhantes ao meu, para perceber que esta é uma fase delicada para conseguir colocar de pé projetos grandes.”, continuou o piloto português que reagiu com uma sonora gargalhada a uma “provocação”: E o segundo MINI da Prodrive no Rali de Portugal?
“Depois dos Açores vou pensar de imediato no Rali de Portugal, e apesar de nunca ter guiado um WRC, tenho em mente fazê-lo, e no Rali de Portugal seria ótimo. Sei que os valores para uma operação dessas são elevados, mas quem sabe, pelo menos vontade de o fazer tenho, e talvez surja alguém que conclua que seria uma boa aposta. Era fantástico, vamos aguardar!” prosseguiu Bruno Magalhães que deixou para o fim a hipótese pistas: “A minha prioridade são os ralis, mas se surgir um projeto interessante para as pistas, acho que faria sentido”, concluiu Bruno Magalhães, que amanhã ao final do dia já saberá se irá estar à partida da prova inaugural do IRC, o SATA Rallye Açores.












