Bruno Magalhães ocupa, após o primeiro dia de prova e três especiais realizadas, o sétimo lugar da geral e a terceira posição entre os pilotos aos comandos de Peugeot. São igualmente terceiros no ranking dos portugueses.
As condições atmosféricas adversas tiveram um papel preponderante no desenrolar da prova, obrigando mesmo ao cancelamento da especial de abertura. Bruno Magalhães viria a ser uma das vítimas dessas mesmas condições: “Infelizmente o ‘shake-down’ não correu bem. Choveu muito e o nosso carro não estava adaptado. Como o resultado do ‘shake-down’ definia a ordem de partida, fomos o quarto carro a passar nos troços, o que nos prejudicou.”, começou por explicar.
Apesar desta contrariedade, Bruno Magalhães mostra-se satisfeito com o resultado da primeira etapa. “Estamos perto dos melhores Peugeot e isso prova que temos ritmo e andamento. Mudámos radicalmente as afinações do carro e agora temos um bom equilíbrio. Hoje foi apenas o começo de um rali longo e estou confiante. Acredito que podemos fazer melhor.”, rematou o piloto. Amanhã, sexta-feira, desenrola-se a segunda etapa, que será composta por oito especiais de classificação num total de mais de 90 quilómetros.










