Na segunda especial, o piloto luso viu-se forçado a abandonar, com Magalhães a considerar que “infelizmente nestes casos nada há a fazer”.
“A verdade é que trabalhámos muito para este rali, quer sobre o sistema de notas, quer sobre o nosso desempenho no ano passado. Chegámos aqui muito confiantes em conseguir um bom resultado. O início foi excelente, mostrámos velocidade logo na primeira especial, mas depois o motor cedeu. Foi um ‘balde de água fria’, mas nada podemos fazer”, acrescentou Magalhães, naturalmente desiludido com tão curta prestação.
As atenções da equipa viram-se, agora, para o SATA Rali Açores, prova que decorrerá em meados de julho e na qual Bruno Magalhães conseguiu, no ano passado, aquela que é a sua única vitória no IRC.










