Com a desistência devido a despiste de José Pedro Fontes, o Nacional de Ralis ficou automaticamente resolvido, já que Bruno Magalhães, mesmo que não terminasse esta prova seria sempre campeão pois o terceiro classificado no campeonato, Vítor Pascoal, dista 21 pontos do líder.
Era um desfecho aguardado, e só é pena que tenha surgido umas horas mais cedo na sequência dum aparatoso acidente do seu mais directo (no campeonato) adversário.
Efectivamente, José Pedro Fontes teve uma prova onde nada lhe correu bem: Ontem enganou-se na super-especial e perdeu 29 segundos, no primeiro troço de hoje furou e perdeu três minutos. Na especial seguinte, Espinho, partiu a direcção do punto S2000 e dado qeu rodava numa zona rápida do troço, não evitou uma aparatosa saída de estrada, numa curva rápida, com o Punto S2000 a embater violentamente numa pedra do lado de Fernando Prata que teve mesmo que ser levado para o Hospital, por precaução, pois tinha algumas dores num pé.
Felizmente, nada de grave, mas um valente susto para a dupla, que deve estar agora com a sensação que há ralis que mais valia ficar em casa. Azar demais para uma equipa que muito prometia no inicio do ano.
Neste contexto, Bruno Magalhães assegura assim o seu primeiro título absoluto, num dia em que outros pilotos portugueses, Álvaro Parente e Pedro Petiz, tentam fazer o mesmo. Pode mesmo ser um dia de campeões!
Para José Pedro Fontes e Fernando Prata aqui fica uma palavra de conforto, pois não há mal que sempre dure, e os adeptos portugueses esperam vê-los à partida do Rali do algarve a proporcionar o espectáculo que nunca deixaram de oferecer ao público…










