“Alguma coisa está partida, penso que o diferencial traseiro ou no veio de ligação… vamos ver se é possível continuar”, referiu no final o piloto luso, para já no quarto posto, tendo perdido 22,1 segundos para Jan Kopecký neste troço. O checo também contou com problemas de direção no seu carro, mas ainda assim conseguiu subir ao terceiro posto.
Com chuva a cair de forma mais intensa e o nevoeiro a impedir uma visualização clara, o troço também contou com um susto por parte de Andreas Mikkelsen, cujo Skoda embateu com violência com a parte traseira esquerda, perdendo algum tempo.
Contudo, sem ter furado e garantindo não ter sentido nada de diferente, o piloto norueguês beneficiou de um troço menos conseguido de Juho Hanninen para ascender à liderança, com 2,7 segundos de vantagem sobre o finlandês.
As condições meteorológicas foram, mesmo, uma das principais preocupações dos pilotos esta manhã, com Hanninen a confessar que “com este enorme nevoeiro, a visibilidade era terrível. Não foi fácil”, sendo corroborado por Toshi Arai, com este a dizer mesmo que “não conseguia ver nada para a frente, são estradas muito complicadas”.
Bryan Bouffier (Peugeot 207 S2000) é o quinto, enquanto Patrik Sandell já recuperou para o sexto lugar depois da penalização de ontem, tendo passado para a frente de Ricardo Moura, que se mantém como o melhor do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), com este a explicar que não pretende correr riscos.
“Sabemos qual é a nossa posição e não queremos correr riscos. Com estas condições apenas queremos chegar ao final”, afirmou Moura, que é sétimo da geral, na frente de Vitor Lopes e Vitor Pascoal.











