Na antevisão do Rali Centro de Portugal, Bruno Magalhães tinha advertido que «nestes ralis feitos ao sprint o ideal será conseguir uma boa vantagem e gerir a corrida». Se bem o disse, melhor o fez e quando falta apenas a super-especial para o final do primeiro dia de prova, o piloto da Peugeot já lidera o rali com uma vantagem de 13 segundos, e prepara-se, se nada suceder em Leiria, para vencer o primeiro dia de prova.
José Pedro Fontes não teve andamento para fazer frente ao homem da Peugeot, e perdeu todos os troços para Bruno Magalhães, ficando a uma distância irrecuperável em condições normais no que resta do dia de hoje, mas que deixa tudo em aberto para a segunda etapa, caso obviamente se alterem os pratos da balança que até aqui penderam claramente para a Peugeot.
Tendo em conta que, apesar de cada etapa contar isoladamente para as contas do campeonato (o célebre sistema de bónus) só quem completar a totalidade do rali pode beneficiar desse sistema, pelo que há que atacar, mas fundamentalmente chegar ao fim.










