O regresso de Armindo Neves ao Open de Ralis não correu da melhor forma, acabando por ser mais um teste que outra coisa: “Não foi um rali nada fácil. Escolhemos mal os pneus para os três primeiros troços que estavam muito escorregadios e passámos por grandes calafrios, depois de quase termos batido forte no primeiro troço e de termos feito dois piões a andar bem depressa no terceiro, pelo que a opção foi mesmo não arriscar nada até à assistência.”, referiu Armindo Neves, adiantando que “mudámos os alinhamentos e a escolha de pneus na assistência, o que de imediato deu resultados, mas um erro nosso à entrada do quinto troço fez-nos penalizar quatro minutos, comprometendo aí o resultado final. Apesar disso, no único troço onde não tivemos problemas, perdemos muito pouco tempo para os nossos adversários diretos, o que nos deu excelentes indicações para o futuro, tendo em conta que há um ano que não disputávamos um rali de asfalto”. Reconhecendo alguma falta de ritmo nesta prova, Armindo Neves esclarece que “os nossos objetivos mantêm-se inalterados e no Rali Rota do Medronho queremos já regressar aos lugares a que estamos habituados”.










