Ao contrário do que tudo fazia prever, Armindo Araújo não conseguiu segurar no último dia a nona posição da geral, que ocupava na altura do abandono, e quase com a meta à vista viu esfumar-se a possibilidade de voltar a pontuar no Campeonato do Mundo de Ralis e na sua estreia na prova sul-americana.
“Tivemos alguns problemas nos dias anteriores mas fomos conseguindo ultrapassar as dificuldades e manter viva a hipótese de cumprir com os objetivos que traçamos à partida. A meio da antepenúltima especial, e com a nona posição da geral mais que segura, o braço da direção partiu-se e só nos restou encostar. Depois de todo o esforço que efetuamos durante quase 500 quilómetros é frustrante não conseguir terminar a prova” afirmou o piloto de Santo Tirso.
Numa prova marcada pela dureza das especiais e da sua extensa quilometragem, Armindo Araújo e Miguel Ramalho resistiram a quase todas as dificuldades mas, ao contrário de alguns dos seus adversários, este problema surgiu numa fase em que nada havia a fazer para mudar o rumo final dos acontecimentos.
“Ter problemas no derradeiro dia é sempre o pior dos cenários para as equipas e desta vez fomos nós os azarados. É a segunda prova consecutiva em que não somos felizes mas temos que levantar a cabeça e pensar no que ainda resta do campeonato. Perdemos mais uma boa oportunidade para pontuar mas até ao final do ano temos oito provas pela frente e vamos trabalhar para conseguir bons resultados”, disse ainda Armindo Araújo.










