Com a renovação dos apoios da TMN, GalpFórmula, Mitsubishi, Câmara Municipal de Santo Tirso e com a entrada de uma nova empresa ligada à construção civil (que se estreia na competição automóvel como patrocinador), o piloto português voltará ao PWRC para completar um programa de seis ralis (somente as provas europeias) – Noruega, Chipre, Portugal, Sardenha, Grécia e Gales – dos oito que constituem a totalidade do campeonato.
Desta feita, os objectivos são, contudo, mais realistas do que nas participações anteriores já que como refere o piloto “a experiência ensinou-nos que PWRC é também preciso ter em conta o factor sorte e como isso não é controlável não quero assumir uma candidatura directa ao título. O que posso garantir é que vamos fazer o melhor possível e tentar lutar pelos cinco primeiros regularmente ao mesmo tempo que tentaremos ganhar especiais, o que já provamos podermos fazer. Mas também tenho confiança que a nossa hora chegará!”.
Tendo assumido a responsabilidade de desenvolvimento técnico do novo Lancer Evolution para a Ralliart Itália (após a saída de Paolo Andreucci), equipa a que se manterá fiel no PWRC, Armindo Araújo estará em posição privilegiada para saber qual a melhor altura em colocar em campo o novo Evo. Segundo Araújo, “isso não irá acontecer antes do Vodafone Rali de Portugal pois como os dois primeiros ralis – Noruega e Chipre – são atípicos preferimos não arriscar já e levar para o terreno a última evolução do Lancer. Assim, só alinharemos com o novo carro em Portugal, altura em que consideramos que a sua fiabilidade e rapidez terá já ultrapassado a do actual Evo 9”.
FPM












