Ainda assim, fruto de um grande trabalho, a dupla portuguesa apenas desceu um lugar na geral, trocando de posição com Jari-Matti Latvala, sendo agora a nona classificada, mantendo-se dentro dos lugares pontuáveis.
Após a boa prestação no primeiro dia, Armindo Araújo arrancou para as especiais de hoje muito confiante para continuar a impor um ritmo forte e solidificar a sua posição entre os dez primeiros da geral. Mas cedo percebeu que algo estava errado na traseira do carro e o dia não seria de todo fácil.
“Começamos a ouvir um barulho estranho logo na primeira especial do dia e senti que a traseira estava demasiado solta. Durante a manhã o barulho foi aumentando de intensidade e aí percebemos que uma peça do suporte do amortecedor tinha cedido.
Não podíamos trocar essa peça na assistência remota e por isso tivemos de fazer todas as especiais assim”, explicou, na chegada a Auckland, o piloto do MINI John Cooper Works WRC que mostrava-se, ainda assim, satisfeito com o desenrolar da sua prova até aqui.
“Atacamos forte na segunda metade e corremos o risco de o problema se agravar e desistir mas, só assim, conseguiríamos minimizar as perdas para o Ken Block. Sabíamos também à partida para o dia de hoje que seria difícil segurar o Latvala atrás de nós e estamos satisfeitos por termos conseguido manter uma posição dentro dos dez primeiros que é o nosso objetivo”, disse ainda o piloto de Santo Tirso.
No derradeiro dia do Rali da Nova Zelândia, Armindo Araújo e Miguel Ramalho terão de ultrapassar mais 63.39 km cronometrados, divididos por sete especiais de classificação.










