Foi apresentado oficialmente o livro Rallye 125 anos. Num evento em que se reuniram muitas personalidades dos automóveis, foi dado a conhecer o livro de ralis do ano. João Mendes Dias (Chief Operating Officer do ACP) fez as honras da casa, enquanto Francisco Santos e José Barros Rodrigues fizeram as honras do livro.
A partir de hoje, o livro com sobrecapa do ACP, estará disponível em todas as delegações do Clube.
Pode também adquiri-lo na loja do site AutoSport: CLIQUE AQUI
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Escolha de designer e gráfica
Há três tipos de livros: ilustrados –anuários de F1–, de texto com cadernos de fotos no meio –biografia de A. Senna–,ou só de texto. O “RALLYE-125 anos” seria muito ilustrado. Por isso, o formato é o de maior aproveitamento de papel e de máquina de impressão. Depois das consultas ao mercado voltei, claro, à Printer pois as suas novas máquinas permitem imprimir 48 páginas de 25×29,9 cm em cada folha, ou seja, maior rentabilidade e rapidez.O segundo passo é escolher um designer que transponha o espírito dos autores; a escolha óbvia foi Ricardo Santos. – FS. Ilustração – Ricardo Santos a paginar
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Convites a co-autores
Chegada a concepção editorial e os convites aos demais co-autores e colaboradores, além do sempre difícil plano de páginas impressas a 4(1 cores. No verão de 2019, avisado por John Davenport e por Martin Holmes que não havia no mundo qualquer livro da história dos ralis com a evolução dos carros. O primeiro convite foi, claro, para o amigo José Barros Rodrigues escrever sobre a evolução dos carros de ralis, ele que é o autor poryuguês com mais títulos seus publicados. O segundo foi o saudoso Martin Holmes, o jornalista de ralis mais lido no mundo. – FS
Ilustração – plano de páginas
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Muito texto e muitas fotos
Acabando por ter mais de 98.500 palavras de texto, este livro tem 560 fotos e ilustrações. Para isso foram necessárias várias fases de pesquisa histórica em vasta bibliografia e contactos com inúmeros fotógrafos e agências, como a Martin Holmes Rallying e McKlein. Além, de arquivos de renomados fotógrafos nacionais, como Francisco Romeiras – fotógrafo principal – e a AIFA. Por tudo isso, e o cuidado orçamental, num livro de capa dura, com 272 páginas (miolo) com pouca publicidade nesta fase do mercado nacional, para ter um preço de venda realista – €44 . – FS
Ilustração – Reprodução de duas páginas duplas do livro.
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Marketing editorial
Um livro de ralis tem um nicho de mercado muito específico e segmentado, pelo que há que ter o cuidado de não dar tiros de caçadeira” da distribuição, ainda por cima com os custos atuais cerca de 20% mais caros do que há 20 anos. Há que escolher parceiros de prestígio no ramo do tema – como o ACP, AUTOSPORT, revista CLÁSSICOS e Livraria ASCARI –, fazer permutas de publicidade, e distribuir diretamente. Para não desperdiçar recursos e chegar diretamente ao público-alvo, sem esquecer a viabilidade de vendas para brindes de empresas. – FS
Ilustração –Miniatura de anúncio
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Co-edições internacionais
Para baixar o custo unitário e ter um Preço de Venda realista é necessário nestes livros de produção mais cara (ilustrados) torna-se indispensável aumentar a tiragem para mercados estrangeiros. Neste caso conseguimos edições para o mercado brasileiro onde já estamos presentes desde 1980, Espanha –vendida uma co-edição em castelhano para o editor da revista TURINI – e a aposta numa pequena edição para a Grã-Bretanha e demais países de língua inglesa, através de uma distribuidora especializada em livros de motorsport. Só assim um livro destes é viável. – FS









