Hayden admite estar bem para competir, mas prefere esperar mais algum tempo para repousar e voltar à competição na sua melhor forma.
“É difícil perder outra corrida. Não tenho grandes problemas, mas a minha mão ainda está muito inchada e não tenho muita força e é óbvio que as lesões na mão direita são piores para os pilotos de motos”, começa por referir Hayden.
“Estaria bem abaixo dos 100 por cento e se usasse demasiada força, ou voltasse a cair, podia deslocar as fraturas e, possivelmente, ficar em maus lençóis. É claro que a cabeça é o mais importante e com o tempo que estive inconsciente ainda tenho dores de cabeça. O mais importante é que todos os médicos me disseram que era mesmo uma má ideia e todos na equipa concordaram”, acrescentou, admitindo que se vai preparar da melhor forma para regressar em pleno em Misano, Itália.
“É uma corrida importante para mim e para a Ducati e vou fazer toda a reabilitação para voltar o mais apto possível. Não gosto, mas é a decisão correta”, completou.
Com esta decisão, a Ducati vai apresentar-se unicamente com uma moto em Brno, entregue a Valentino Rossi. Entretanto, a Pramac Racing Team anunciou que Toni Elías vai voltar a substituir Héctor Barberá no GP checo deste fim de semana após uma fratura numa vértebra em queda sofrida em Indianápolis.










