A 13ª etapa do Campeonato do Mundo de Moto GP terminou com Miguel Oliveira a alcançar a sétima posição, depois de uma luta renhida com vários pilotos num grupo muito próximo. O piloto da Mahindra Racing voltou a proporcionar uma exibição batalhadora a todos os que acompanham o Campeonato Mundial, reforçando o seu espírito competitivo e a vontade de vingar, apesar dos problemas com o sistema de protecção ao antebraço com que se viu confrontado.
Miguel Oliveira, que durante grande parte da prova lutou por um lugar nos cinco primeiros – posição que chegou a garantir – acabou por concluir a prestação em sétimo, com tempos de diferença do vencedor, Alex Rins, muito próximos de Jack Miller e Zulfahmi Khairuddin. A corrida ficou marcada por uma disputa acesa pela melhor posição, em que Oliveira se envolveu desde os momentos iniciais: “Sabia que iria ser difícil, mas não tanto como foi”, confessa o único piloto luso em competição.
À semelhança da época passada, Oliveira voltou a ser confrontado com um dos principais inimigos dos pilotos, o arm-pump, tendo sido impedido de continuar a trajetória de aproximação máxima à linha da frente: “Consegui encontrar um bom compromisso para poder lutar pelo pódio, mas a 15 voltas do final voltou a acontecer-me o mesmo que no ano passado – arm-pump, ndr – a falta da circulação rápida de sangue novo pode levar à compressão dos músculos e perda de sensibilidade”, explica.
A cinco jornadas do final da época, Miguel Oliveira mantém o otimismo e determinação para as próximas corridas. Para já, o foco é em perceber o que se passou: “Estou um pouco desapontado por este facto (arm-pump) não me ter permitido lograr um melhor resultado, mas mais uma vez em conjunto com os médicos vou tentar perceber o porquê, e de ser apenas neste circuito”, concluiu.










