Depois de ter começado o Grande Prémio de Portugal com um ritmo crescente nos treinos, o piloto do Team Andalucia – Banca Cívica – Diputación de Cádiz sofreu de fortes dores nos antebraços que o impediram de manter um ritmo forte durante a corrida, mas mesmo assim não desistiu e se manteve em pista até o fim.
A corrida da categoria 125cc do GP do Estoril ocorreu logo a seguir a prova do MotoGP, e a expectativa dentro da box da equipa era grande pois Oliveira iria correr diante do seu público.
Miguel partiu da primeira fila da grelha, e quando o semáforo se apagou fez uma grande partida que o permitiu se colocar na segunda posição logo atrás de Nico Terol. No entanto após algumas voltas os seus braços começaram a perder força e o piloto português não conseguiu evitar perder posições pouco a pouco. Ao que parece, o fato que o piloto estreou na corrida estava muito apertado nos antebraços e isso causou essa perda de rendimento.
“Fiz uma boa partida e consegui colocar-me em segundo. O Nico Terol estava com um andamento muito forte e não aguentei o seu ritmo, mas quando o Cortese me passou consegui manter-me bem e creio que poderia ter terminado nessa posição. Mas depois de seis voltas comecei a sentir uma dor constante nos braços e a perder muita força. A minha corrida de hoje foi uma luta contra os meus braços e isso deixa-me dececionado; sei que tenho ritmo para lutar com os pilotos da frente, mas uma limitação física não me permitiu fazê-lo. Não é um mal resultado, mas sei que poderia ter lutado por um bom lugar e esse problema acabou por impedir-me de o fazer.”












