Numa declaração emitida pela marca nipónica, a Kawasaki revela que “a decisão [de participar com uma moto] foi tomada após as negociações que se seguiram ao anúncio de Janeiro (…). Esta nova abordagem da Kawasaki resulta do facto de, por um lado, ser necessária uma grande redução no investimento no MotoGP, e por outro lado, pela necessidade de encontrar uma solução construtiva para todas as partes envolvidas”.
Esta permanência da marca japonesa vem assim ao encontro dos desejos da Dorna, organizadora do campeonato, que chegou a ameaçar com processos à equipa caso esta concretizasse a intenção de abandonar a modalidade. Outra opção falada passou pela passagem das motos para a equipa Aspar, embora a Kawasaki nunca se tenha demonstrado muito aberta a esta última hipótese.
Incerto parece estar agora o futuro de John Hopkins, o outro piloto da equipa e que continua sem grandes opções para permanecer no MotoGP.










