Rui Costa é um dos protagonistas habituais do Campeonato Nacional de Clássicos e é também um dos pilotos que este fim-de-semana corre em ‘casa’, na Rampa Internacional da Falperra. O piloto de Braga explicou ao AutoSport as evoluções que foi fazendo no bonito Ford Escort RS que repete presença na Falperra: “É um Grupo 2 que fomos evoluindo ao longo dos anos. Começou com motores mais pequenos mas agora tem o 2.0 litros BDA, com cerca de 290 cavalos. É um carro bastante interessante, tanto para os circuitos como para as rampas”, afirmou.
Sobre o caráter especial de correr na sua cidade e as exigências próprias de guiar um Escort deste género na Falperra, Rui Costa admite que “da zona do Restaurante para cima é complicado para toda a gente. Mas com este tipo de carro o segredo é mesmo acreditar. Temos que ter confiança para fazer um bom tempo. Aliás acredito que seja assim com quase toda a gente, dos Clássicos às barchettas. A Falperra é conhecida por ser uma rampa muito rápida e exigente, o piloto não se pode hesitar. Mas é principalmente um grande prazer correr aqui e claro que há uma envolvência completamente diferente de um circuito”, defende o antigo campeão dos H71.
Os tempos online da Rampa da Falperra podem ser consultados neste link, já que as subidas ainda estão a decorrer
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