Depois do escândalo que foi alvo há dez anos, devido ao caso das prostitutas/orgia sado-masoquista, amplamente documentada na altura, Max Mosley, ex-presidente da FIA, volta a ser assombrado por esse caso, já que o jornal inglês Daily Mail fez ontem capa com a eventualidade de Mosley ter mentido, na altura, em tribunal.
Uma investigação do Daily Mail, revela agora o que alega ser um passado racista de Max Mosley,referindo que este terá mentido em tribunal, já que descobriram um panfleto assinado por Mosley que diz “emigrantes de cor espalham tuberculose e outras doenças terríveis com a lepra e devem ser mandados para casa, porque a emigração de cor ameaça a saúde dos nossos filhos”.
Em Tribunal, Mosley negou a existência desse panfleto, mas o Daily Mail te-lo-á encontrado num arquivo histórico, e lá diz, segundo o Daily Mail: “Publicado por Max Mosley”. O documento é de 1961.
Recorde-se que há dez anos, Mosley foi apanhado num escândalo sexual, quando o semanário News of the Wold publicou uma reportagem em que o inglês era visto com cinco prostitutas, numa orgia sado-masoquista e com elementos nazis à mistura. Dada a existência de fotos e até de um vídeo que esteve online durante dois dias, era impossível a Mosley negar que era ele o homem que chicoteava e se fazia chicotear naquelas imagens, mas o ainda presidente da FIA insistiu que não existiam quaisquer elementos alusivos à ideologia nazi naquela orgia.
Não demorou muito que Mosley saíesse da FIA. Jean Todt ganhou as eleições que se seguiram e por lá continua, na FIA.











