Agora que já se tornou claro que as provas ‘motorizadas’ já só devem poder recomeçar lá para julho, na melhor das hipóteses, talvez não seja mal pensado fazer um exercício do que pode ficar para lá desta hecatombe sanitária, e sem sequer nos centrarmos nos ‘motores’. Provavelmente no final de 2020 teremos um mundo bem diferente do que estávamos habituados, e nem tudo poderá não ser tão mau quanto se possa pensar.
Em primeiro lugar, parece-me que esta pandemia vai unir mais as pessoas e os estados. Espero que desapareça muita mesquinhez, pois as pessoas vão agora pensar muito mais em adaptar-se ao que aí vem e a sobreviver. Do mesmo modo que a comunidade científica global está agora a trabalhar para derrotar o vírus, talvez muito mais gente passe a olhar para o bem geral ao invés do próprio umbigo.
Outro caso curioso, será perceber como fica o ambiente depois do ‘mundo’ tanto tempo ‘abrandado’ sem tanta queima de combustíveis fósseis. Será que isso não nos irá fazer pensar? Outro exemplo. Tele-trabalho. Há muito que conheço o poder da tecnologia, ainda agora a KIA nos apresentou o Sorento via mail. Serão necessárias tantas viagens de avião quando o trabalho se faz à mesma? Podemos operar com muito menos deslocações.
Contudo, aceito o turismo. Viajar é a única forma de enriquecer, gastando dinheiro.
Desconfio que pode estar para vir uma espécie de novo Renascimento.
No desporto automóvel também, dificilmente, as coisas ficarão como estão. Gastar menos dinheiro já estava na agenda da F1, e quando toca ‘aí’, o ‘resto’ já está tudo de calças na mão…









