Depois do incêndio no carrro de Joaquim Rino na Rampa da Penha do ano passado, e que a respetiva comissão de inquérito considerou como “um infeliz mas normal incidente de corrida”
, a Rampa Internacional da Falperra teve este ano um (bom) exemplo do que deve ser feito numa situação semelhante. Já no final da última subida de domingo, o BRC de António Barros teve um princípio de incêndio no parque fechado, perto da zona de pesagem.
A rápida (e correta) atuação de um comissário do CAM com um extintor permitiu controlar a situação logo na fase inicial, evitando que as chamas provocassem maiores estragos, com o BRC a ficar neste estado que a imagem documenta, bem diferente do que aconteceu ao BRC de Joaquim Rino.










