O Kartódromo Internacional de Braga ‘entregou’ os primeiros pontos do ano aos pilotos do Rotax Max Challenge de Karting 2015. Numa altura em que a competição, organizada pela Korridas e Kompanhia, está no início, e com a segunda jornada a ter lugar no próximo fim de semana, em Fátima, já é possível conhecer as primeiras tendências…
Na Micro-Max, Luís Alves, da Red Line Motorsport, ocupa o primeiro lugar na tabela de pilotos. Tendo um kart com chassis Haase, Luís Alves venceu a final 3 em Braga, obtendo um segundo e terceiro nas duas outras, posições que lhe permitem liderar com dois pontos de vantagem sobre o piloto da Cabo Mundo Kartteam, Manuel Pais Vieira.
Já na Mini-Max, António Correia, que conta com um kart equipado com chassis CRG, chega a Fátima com sete pontos de vantagem sobre Diogo Marques e com um ‘estatuto’ de vencedor, ao ter rubricado o triunfo nas três corridas de Braga.
Situação similar é aquela vivida por Mariano Pires, líder da Júnior, e que conta este ano com chassis Zanardi. Pires venceu também as três finais que lhe competiam, e ocupa o primeiro lugar da classificação geral, com José João Oliveira em segundo, a seis pontos.
Na Max, a liderança está nas mãos de Bruno Borlido, piloto que venceu duas finais em Braga, e foi quarto na outra, devido a uma penalização que o fez ‘perder’ o triunfo. Mesmo assim, Borlido está na frente, com um ponto de vantagem sobre Miguel Matos – ambos alinham com chassis Intrepid.
Na DD2, as duas vitórias e o segundo lugar nas finais de Braga, valem para já, a primeira posição na categoria para Eduardo Leitão, piloto que conta com chassis Intrepid, e que tem dois pontos de vantagem sobre o campeão espanhol das Series Rotax Espanha de 2013 e 2014, Oriol Dalmau.
Já na DD2 Master, Miguel Moura, que alinha com chassis Praga, é o líder, com uma diferença de seis pontos para Pedro Loures, segundo classificado. De recordar que a segunda ronda do ano estava inicialmente prevista para Baltar, mas a Korridas e Kompanhia optou por alterar o local da sua realização para Fátima, com vista a prevenir possíveis atrasos que pudessem vir a ocorrer com a homologação do Kartódromo de Baltar por parte da FPAK, e prevenindo a hipótese de terem de anular ou cancelar a prova, à ‘última hora’.









