Numa semana em que foi anunciado que as Rotax MAX Challenge Grand Finals, ou Finais Mundiais, terão lugar no Kartódromo Internacional do Algarve, em Portimão – entre 8 e 14 de novembro – o AutoSport esteve à conversa com um dos elementos da Korridas e Kompanhia, Arnaldo Frias, que estará a cargo da organização deste evento de Karting que reúne os melhores pilotos de todo o mundo que integram as competições fornecidas com os motores austríacos.
Depois de em 2014 a Korridas e Kompanhia ter sido responsável pelo evento que decorreu em Valência, este novo voto de confiança “é bom para nós e eles (ndr. BRP-Rotax) sabem que podem contar connosco, porque é já a quinta vez que organizamos o evento, mas essencialmente porque a pista e o local também são interessantes. Juntando as duas coisas conseguem-se fazer umas Finais Mundiais interessantes aqui. Somos o importador que mais Finais Mundiais organizou”, sublinhou Arnaldo Frias.
“As quatro categorias – Júnior; Max; DD2; e DD2 Master – têm, cada uma, 72 pilotos inscritos, o que, tudo somado, dá 288 pilotos”, número a que agora serão acrescentados mais 72 pilotos, divididos pelas categorias Micro-Max e Mini Max, após o recente anuncio de que a Korridas e Kompanhia irá integrar neste evento uma corrida para cada uma das categorias.
Quando questionado sobre a importância que tem para o Karting nacional o facto de Portugal ser o pais anfitrião das Rotax MAX Challenge Grand Finals, Arnaldo Frias explicou que “sempre que fizemos em Portugal as Finais Mundiais, em 2006, pela primeira vez, em Viana do Castelo, e em 2012, em Portimão, nota-se que no ano seguinte, e mesmo no ano em curso, há um crescimento no interesse dos pilotos em participarem nas atividades e competições rotax e um ligeiro aumento do número de participantes e de pessoas interessadas em praticar karting”.
A par da competição, toda a logística que o evento envolve “tem também uma importância na própria economia porque estamos a falar de uma prova que, por exemplo, para a indústria hoteleira, e para a região do Algarve, são necessários cerca de 800 quartos durante uma semana, estamos a falar em 2000 pessoas que fazem refeições diárias durante uma semana inteira.
Só para dar uma ideia, são necessários mais de 200 carros de aluguer, e depois há outra coisa, muitas vezes as próprias pessoas que vêm cá para o evento regressam depois como turistas, porque ficaram a conhecer e gostaram da região e isso é muito importante”, finalizou.











