Comparando períodos semelhantes, entre 2006 e 2009 o piloto brasileiro participou em 64 GPs, venceu 11 vezes, obteve 15 poles e foi ao pódio 28 vezes. No período entre 2010 e 2012, participou em 49 GPs e o melhor que conseguiu foi um segundo lugar, a melhor qualificação foi também um segundo lugar e só foi cinco vezes ao pódio. Diferenças enormes para ser só coincidência. Para já, a Ferrari não exerceu a opção que tinha no contrato com o brasileiro, e para Massa as hipóteses de permanecer na F1 reduziram-se bastante, já que Massa disse não pretender ficar na F1 numa equipa mais pequena.
Muitos candidatos
Ironicamente, há ainda hipóteses de Massa permanecer na Ferrari ganhando menos dinheiro, porque com a renovação de Mark Webber pela Red Bull criou um grande problema à Scuderia. Entre as várias hipóteses, Sergio Perez ainda tem pouca experiência, embora seja um piloto com grande futuro. Nico Hulkenberg tem contrato com a Force-India e Alonso pode não ficar muito agradado com a sua contratação, pois o alemão é visto como um piloto ganhador. Heikki Kovalainen é bem capaz de ser a solução, pois já provou ser um bom segundo piloto. Paul di Resta está ligado à Mercedes, num vínculo que só se desfaz com fortes argumentos financeiros e um contrato a longo termo. Adrian Sutil ainda têm pendentes os problemas com a justiça. Jules Bianchi é uma hipótese remota, pois deve ascender à F1 numa equipa mais pequena antes de ter hipóteses de rumar à Ferrari. Fala-se também de Jenson Button (especulação da imprensa italiana?), Nico Rosberg (muito caro) Kamui Kobayashi e há algum tempo, de Kimi Raikkonen no que não passou dum rumor, pois o regresso do finlandês a uma equipa onde foi posto fora (ainda que muito bem pago para isso) não é muito provável.
Por tudo isto, e apesar de ter pouco tempo para reagir (acredita-se que o seu deadline é o GP da Bélgica, próxima prova do Mundial de F1) Massa ainda pode continuar na Ferrari. Caso isso não suceda, será o o mais que provável fim da carreira do brasileiro na F1.









