Em entrevista ao jornal britânico The Independent, Ross Brawn refere que esta foi a melhor maneira de assegurar o futuro da equipa e garantir a sua competitividade em 2010, admitindo ainda que não queria continuar na frente da Brawn GP por tempo indefinido.
“A determinada altura como proprietário de equipa, há que vendê-la e passar de mãos. Tenho quase 55 anos e não planeio ser outro Bernie [Ecclestone]. Tentar repetir o sucesso deste ano era tentador, mas também um grande risco. Já estávamos a trabalhar com o motor do grupo deles e tudo se conjugou para isto. Foi uma oportunidade de dar à equipa um futuro forte”, afirmou Brawn, aludindo aos motivos que levaram à venda da equipa.
“Tal como disse às pessoas da equipa, é triste ver a equipa existir apenas por um ano, mas foi um grande ano! Passámos tempos maravilhosos e, de muitas maneiras, foi uma decisão difícil, mas agora juntámo-nos à mais prestigiada marca do mundo automóvel”, completou.









