A Renault declarou pela primeira vez a Red Bull como equipa oficial de fábrica, depois da pressão dos austríacos pela reestruturação do construtor ter levado ao regresso de Cyril Abiteboul aos franceses. O responsável explicou que a Red Bull é apenas fabricante de chassis, admitindo que foi um erro não concentrar a nova unidade motriz V6 nos austríacos.
A abordagem da Renault tem sido tentar tratar as quatro equipas que fornece de maneira igual, mesmo a Red Bull, tetracampeã mundial. Contudo, Abiteboul admitiu que “da perspetiva da Caterham, onde trabalhei, era bom, Mas para a Red Bull era contraproducente. A equipa de fábrica chama-se agora Red Bull. São um fabricante de chassis e é nisso que eles se querem focar”.
Lembrando sobre a complexidade de desenvolvimento de um motor, o responsável dos gauleses referiu que “a tarefa é demasiado complexa para ser estabelecida rapidamente. Mas é verdade que haverá uma integração muito mais próxima entre Red Bull e Renault”. Um dos resultados da colaboração alargada entre austríacos e franceses é a Red Bull assumir toda a eletrónica do projeto, com a Renault responsável apenas pelo motor, enquanto a Total e a Infiniti, tal como o construtor gaulês, deverão contribuir financeiramente.








