A crise económica despoletada em 2008 com a falência do banco norte-americano Lehman Brothers estende-se há quatro anos, está para lavar e durar, e nem a Fórmula 1 lhe consegue escapar.
Logicamente, há muito menos dinheiro disponível para apoiar a Fórmula 1, e por isso os responsáveis da maioria das equipas entendem que se devem tomar fortes medidas de contenção.
Curiosamente, Franz Tost, diretor da Toro Rosso destaca o facto de Bernie Ecclestone estar a levar a F1 para onde há mais dinheiro: “A crise é má e apesar de se estar a trabalhar na redução de custos, graças ao Bernie (Ecclestone) estamos a correr em locais sem crise económica, como Índia, Austrália, Canadá, Brasil, Bahrein, Abu Dhabi. Iremos à Rússia, estamos na China, e penso que isso é importante para a F1.”, referiu.
Se é verdade que a F1 é um desporto global, todos concordam que devem ser reduzidos os custos: “Há áreas com gastos exorbitantes, outras que podem ser melhor geridas” referiu Riad Asmat, da Caterham.









