“Existe a sugestão de modificarmos o Toyota de 2009, mas o carro está agora num museu e não é uma proposta realista. Ainda não nos foi dada aquilo que pensamos ser uma opção viável”, referiu Paul Hembery, diretor de competição da Pirelli, à revista britânica Autosport.
“Gostaríamos de ter um carro de 2011, mas não nos importamos seriamente de quem seja. Queremos fazer os nossos testes com precisão e sentimos que à medida que o carro envelhece, mais distante está em termos de tecnologia de ponta. Percebemos o ponto de vista das equipas de que não querem conceder vantagens a ninguém, mas a determinado ponto vamos ter de tomar a nossa decisão para alcançar o que temos de fazer porque ninguém nos dará crédito por não usarmos o carro mais adequado se as coisas correrem mal”, acrescentou Hembery, para quem outra possibilidade é comprar um monolugar diretamente a uma das equipas.











