Com oito pontos ao cabo de 11 corridas, a Lotus está a ter uma época de Fórmula 1 longe dos bons desempenhos de 2013, em que venceu por uma vez e alcançou 14 pódios e o terceiro lugar final nos construtores, enquanto neste momento, ocupa a oitava posição.
Para o diretor técnico da equipa, Nick Chester, o essencial é continuar a apostar no desenvolvimento do monolugar: “Temos ainda muitos desenvolvimentos para virem no decorrer da temporada. Temos uma boa quantidade de peças novas de desenvolvimento para Spa como uma nova carroçaria e algumas pequenas modificações centradas na frente do chassis e que nos darão alguma carga aerodinâmica, benéfica para nós. O principal é que continuamos a apostar no desenvolvimento do E22 para as corridas que vêm com atualizações consideravelmente substanciais. Sabemos que existem algumas áreas muito sensíveis no monolugar onde podemos ter algumas bons ganhos, por isso estamos focados nessas áreas também”.
Em particular, “as asas, frontal e traseira, desenvolvidas estão planeadas para Spa. Os melhoramentos na asa traseira podem ser apertados para utilizar em Spa devido ao tempo perdido na fábrica durante o fecho de verão, mas estamos a intensificar isso para estar pronto para a Bélgica”, explica o diretor técnico da Lotus.
Uma das curiosidades revelada por Nick Chester é que a Lotus está ainda a ressentir-se da falta do sistema FRIC. “Temos feito alguns progressos para reduzir a deficiência fruto da falta da suspensão interligada, mas estamos a ressentir-nos um pouco. Temos revisto algumas partes mecânicas para Spa incluindo algumas novas molas e melhorado as configurações da suspensão o que nos ajuda”, concluiu Nick Chester.









