Depois do congressista venezuelano Carlos Ramos, ter escrito à Williams F1 solicitando detalhes do contrato, como resposta, foi-lhe respondido que a questão era confidencial. Não contente, voltou à carga, preparou uma mensagem, que acabou por não ser remetida para a equipa, caindo, ao que parece, nas mãos dum ‘blogger’, que sugeriu que o congressista foi ‘aconselhado’ a não seguir em frente com a sua ‘cruzada’, tal como refere o reputado jornalista Joe Saward, no seu blog.
Aqui fica parte da longa missiva, que explica um pouco melhor a situação: “A vossa resposta sugere que a William F1 não fez o suficiente para conhecer a legislação da Venezuela relativamente a gastos públicos.”; “O dinheiro ganho pela PDVSA pertence ao Estado e suporta-o”; “Patrocinar uma equipa de F1 não é uma prioridade para uma entidade que não beneficia comercialmente desse apoio pois a PDVSA não é uma marca comercial”; “A situação da Williams Fórmula 1 é provavelmente assunto de grande preocupação dos seus donos, mas não há razão aceitável para 28 milhões de venezuelanos pagarem a conta e ajudar a Williams a sobreviver.” Leia AQUI









