“Vamos ter a nova asa traseira ajustável mas não o KERS no início da temporada – está em desenvolvimento – por causa dos meios técnicos. Ainda não é um grande benefício numa única em relação ao esforço que exige, envolvimento ou pontos negativos. Estrategicamente, nas partidas das corridas, sim”, afirmou ao site edp24.co.uk.
“Mas no início do ano, o KERS não nos vai possibilitar dar o passo em frente que necessitamos. São todas as outras as coisas e nós decidimos concentrar-nos em todas essas porque se não acertarmos nelas, o KERS não fará grande diferença”, acrescentou.
No entanto, e quando a equipa estiver preparada para montar os sistemas KERS nos seus monolugares, Gascoyne confirmou que a tecnologia usada será a da Renault, tal como os motores.










