George Russell parte do segundo lugar da grelha de partida para o Grande Prémio dos Países Baixos, confiante em desafiar o homem da pole, Lando Norris no traçado de Zandvoort. O piloto da Mercedes antecipa que a gestão de pneus em curvas de alta velocidade constitua uma dificuldade acrescida para o rival da McLaren ao longo da distância de corrida, abrindo margem para a luta pela vitória.
Disputa direta pelo campeonato e ritmo da Ferrari
A estrutura da Mercedes coloca-se em posição favorável para o arranque da prova, contando também com Kimi Antonelli na terceira posição, apesar de o jovem italiano ter assinalado margem de melhoria na sua volta rápida. Após ter reduzido ligeiramente a desvantagem para o colega de equipa na corrida Sprint, Russell procura aproveitar a distribuição de pontos de domingo na corrida pelo título.
Por outro lado, a Ferrari demonstrou um ritmo competitivo nas simulações de corrida, mas começa a partir da terceira fila da grelha, necessitando de um arranque forte para se juntar à luta dianteira. Estar tanto atrás, torna tudo mais difícil numa pista em que é muito difícil ultrapassar, mas têm ritmo para lutar na frente se as circunstâncias da corrida o permitirem.
Destaque para Verstappen na corrida derradeira
Com as três equipas da frente separadas por escassas margens, a corrida em Zandvoort promete impacto direto na classificação geral do campeonato. Um eventual triunfo de Max Verstappen a partir do sétimo lugar da grelha afigura-se para lá de complexo, mas permanece como o cenário ideal para o público local no encerramento da edição do evento no calendário da Fórmula 1. Era preciso quase uma hecatombe em três equipas, o que é muito pouco provável. O melhor que poderia suceder a esta corrida, tendo em conta a indecisão e o espetáculo seria a chuva intermitente.
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