Os responsáveis do Circuito de Interlagos admitiram que sem as obras de remodelação, no valor de milhões de euros – 51 milhões só na primeira fase – o GP do Brasil corria sério risco de sair do calendário da Fórmula 1. Para já, o asfalto foi completamente renovado, mas no próximo ano as boxes e o paddock também serão novos.
Fernando Haddad, edil de São Paulo, explicou à agência ‘EFE’ que sem o programa de financiamento do governo federal às obras em Interlagos “estaríamos numa situação muito delicada e em sério risco de perder esta corrida para outra cidade”. Não esquecendo as piores condições tecnológicas da infraestrutura e o gosto dos pilotos pelo traçado, o responsável admitiu à ‘Globo’ que “é a maior reforma desde 1990 porque estávamos em risco de perder a F1 para outras cidades latino-americanas, como Buenos Aires”.









