George Russell assegurou a segunda posição no Grande Prémio da Grã-Bretanha, terminando imediatamente atrás do vencedor, Charles Leclerc. O britânico enfrentou uma corrida complexa em Silverstone, marcada por suspeitas de problemas na caixa de velocidades e por um furo lento na volta 34, que o obrigou a uma paragem imprevista para montar pneus médios.
A dinâmica tática alterou-se na fase final com o despiste de Max Verstappen. A entrada do Safety Car reagrupou o pelotão e, com a paragem dos adversários diretos, Russell ascendeu ao segundo posto, beneficiando da neutralização até à bandeira de xadrez.
Ainda no rádio da equipa, Russell elogiou o esforço coletivo: “Parabéns por continuarem focados. Caso contrário, teria sido um fim de semana muito frustrante.” O diretor da Mercedes, Toto Wolff, secundou o piloto, referindo que o rendimento em reta esteve “aceitável na corrida”.
Nas declarações finais, o piloto assumiu a dualidade da sua prova. “Foi obviamente uma corrida com muito azar, mas depois tive muita sorte no final com o Safety Car”, afirmou o britânico. Russell admitiu ainda que a ausência de um reinício competitivo acabou por ser favorável para as suas aspirações. “Teria sido fantástico para os adeptos se a corrida tivesse recomeçado, mas, do meu lado, os pneus estavam completamente frios, pelo que fiquei contente por trazer o carro até ao fim em segundo”, concluiu.
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