Max Verstappen foi muito crítico da série documental “Drive to Survive”, tendo-se recusado a participar nas gravações da temporada que estreia no dia 11 deste mês. O piloto neerlandês afirmou que “compreendo que seja preciso criar drama para aumentar a popularidade da série na América, mas, do meu lado como piloto, não gosto de fazer parte disso porque forjaram algumas rivalidades que nunca existiram”.
Toto Wolff parece juntar-se a Verstappen nas críticas ao programa dizendo que não gostou de quando viu os primeiros episódios. “Vi o episódio um, o episódio dois e detestei”, disse Wolff ao Irish Independent.”Agora somos participantes. Gradualmente, fomos crescendo para isto. Eu nunca quis ter a câmara na minha cara. Vem com o meu trabalho e eu preciso de falar sobre carros e o lado comercial da Fórmula 1, mas de repente apercebemo-nos de que se tornou tão grande em todo o mundo com novas audiências, audiências mais jovens”.
Wolff deixou ainda algumas críticas à produção, que segundo ele, mostrou algumas cenas que não ocorreram e deturparam o que realmente aconteceu. “Odeio ver-me lá. Criam uma ligação para a narrativa. Juntam cenas que não aconteceram. Suponho que estando por dentro das coisas, sei que é diferente do que realmente aconteceu, mas estamos a criar entretenimento e isso é uma nova dimensão de entretenimento”.
O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali deixou claro esta semana, que a série vai continuar enquanto criar valor à competição. Quando isso deixar de acontecer, terão de renegociar com a Netflix.











