“A FIA está surpreendida que a Associação Europeia de Construtores de Automóveis tenha rejeitado as tentativas da FIA para reduzir os custos na Fórmula 1. Em contraste, a FIA apoia fortemente o apelo da ACEA por medidas urgentes para que o mercado automóvel retome a sua boa saúde”, começou por referir a declaração, com a FIA a afirmar que os seus objectivos deveriam ser os mesmos que os da ACEA, isto é, a redução dos custos do desporto automóvel e o regresso do sector automóvel a um patamar positivo.
“A ACEA descreve esta crise como ‘devastadora’. Em concordância, o objectivos da FIA é permitir que os construtores presentes na Fórmula 1 participem o mais economicamente possível, enquanto que se mantém a vertente desportiva, técnica e os benefícios de marketing que o desporto oferece. Ao reduzirem os seus custos da competição na Fórmula 1, os membros da ACEA poderão aplicar as importantes verbas poupadas no seu negócio fundamental. Isso também irá permitir que a indústria deixe de recorrer aos contribuintes ou aos accionistas para procurarem financiamento”, continua a declaração da FIA.
Para além disso, a FIA admite que está receptiva à possibilidade de marcar uma reunião para discutir a situação com a ACEA, com a Federação a ressalvar, contudo, uma posição “diferente” por parte da Porsche.
“A FIA está ciente de que a Porsche não apoia a posição da ACEA acerca da F1 e que deu instruções ao secretariado da ACEA para tornar isto claro em respostas à imprensa”, concluiu a declaração da FIA.











